domingo, 27 de setembro de 2015
sábado, 26 de setembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Piratas do Vale do Silício
Resenha do filme Piratas
do Vale do Silício.
O
filme fala dos primórdios da revolução tecnológica pelo PC (computador
pessoal). A narrativa conta a história de dois grandes ícones desta revolução
que são Steve Jobs e Bill Gates.
O
paradigma na época era os computadores de grande porte, que eram a grande
aposta de empresas como HP e IBM e não eram de uso pessoal. Na contramão deste
paradigma Bill Gates se aliou a IBM oferecendo o sistema operacional DOS (Disc Operational
System) para computadores pessoais que não eram alvo dela.
O
grande sucesso das vendas dos PCs fez com que a Microsoft de Bill Gates
enriquecesse com a venda de seus programas. Por outro lado, a APLLE de Jobs também
garantia grande popularidade entre os jovens americanos. A explosão de vendas
fez com que as grandes empresas construtoras de computadores passassem a
competir também no segmento de PCs. Além disso,
as equipes que trabalhavam de Jobs e de Gates competiam entre si para
apresentar o melhor sistema operacional para o usuário comum. Essa competição
interna e externa chegava ao ponto de ferir os princípios éticos e morais de
cada um.
Finalmente,
o filme retrata de forma romantesca o inicio da revolução proporcionada pela utilização
dos PCs que chegaram à casa de milhares de pessoas em todo o mundo, tornando-os
objetos de uso comum entre crianças, adultos e idosos.
Em
relação ao termo pirataria, o filme mostra que às vezes a ambição humana faz com que pessoas geniais adotem estratégias
que contradizem os princípios morais da humanidade, como o roubo de ideias de
grandes empresas. Neste sentido, tanto a equipe de Jobs quanto a de Gates
tinham pessoas com experiência e conhecimento dos segredos de empresas como HP
e IBM. Bill Gates chegou a um momento onde sua fortuna pessoal ser maior do que
a IBM e HP, por exemplo, assim como Jobs enriqueceu.
OBS:
Piratas do Vale do Silício é o local onde as grandes empresas de tecnologia se
instalaram com o propósito de desenvolver a computação.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Educação
Uma escola para todos
Ao
incluir alunos com deficiência, a instituição escolar muda sua perspectiva de
mundo, ajuda professores a repensarem seu papel e contribui para a construção
de uma nova geração - aquela que sabe que, entre as diferenças, todos somos
iguais.
Há mais
de duas décadas e meia, a Constituição brasileira prevê a inclusão de alunos
com deficiência nas classes comuns, estabelecendo igualdade de condições para o
acesso e a permanência na escola. Embora ainda existam resistências, essas crianças
deixaram de ser 'invisíveis', não se encontram mais 'escondidas' e já ocupam
seu espaço no ambiente socioeducativo. Os resultados preliminares do Censo
Escolar de 2012 indicam, mais uma vez, aumento nas matrículas em educação
especial na rede pública. Mas, para que sejam incluídas de fato, e não se
tornem meras figurantes de um sistema e sim protagonistas do próprio
aprendizado, é fundamental que a instituição escolar reveja suas premissas.
Segundo os resultados preliminares do Censo Escolar
MEC/Inep de 2012, o Brasil ampliou em 7,64% o número das matrículas em educação
especial na rede pública em relação ao ano anterior, passando de 584.124 para
628.768 matrículas. Os dados finais de 2012 para a rede particular de ensino
ainda não foram divulgados, mas em 2011 foram registradas 163.409 matrículas de
alunos com deficiência em estabelecimentos privados - 20% delas em escolas
inclusivas, as demais (130.798) em instituições exclusivas e classes especiais.
A gradual presença de alunos com deficiência no ensino
regular frequentando classes comuns ao lado de outros estudantes colocou em
xeque a escola, como instituição, e revelou quão conservador era o sistema de
ensino em vigor até então. Além disso, mostrou também como a própria formação
de professores para a Educação Básica estava contaminada por clichês e
estereótipos e respondia insatisfatoriamente às necessidades de todos os
estudantes. 'O aluno com deficiência é o grande bode expiatório de um processo
de formação docente em alguns momentos fracassado e de uma estrutura escolar
que precisa ser modificada', diz Fabiana Stival Morgado Gomes, gerente de
educação inclusiva da Secretaria de Educação de Santo André (SP). 'Ele propicia
essa mudança, revela onde a escola tem de se renovar - e não para favorecer só
essa criança, mas para aprimorar o aprendizado de todos os alunos. Temos uma
escola que se mantém igual e reproduz modelos e movimentos há anos, e uma
sociedade que pede um ensino muito mais dinâmico. Um professor com maior
rigidez, que não enxerga essa escola em outro contexto, responsabiliza o aluno
com deficiência', afirma ela.
Assinar:
Postagens (Atom)

